DEFINIÇÕES BÁSICAS DO MERCADO

Por Ana Borges



* Em ordem Alfabética

Ações
É a representação da menor parcela em que se divide o capital de uma Sociedade Anônima (SA). Os títulos são emitidos com a finalidade de captar recursos. Quem adquire uma ação torna-se sócio da empresa.
                                                                    Lote

Quantidade de ações de idêntica característica. O lote padrão para cotação é a quantidade de ações a que se refere a cotação. As mais usuais no mercado são a cotação unitária e a cotação por mil ações.

 
                                                           Tipos de ações
Ações ordinárias (ONs):
Têm direito a voto no estatuto da empresa. Também proporcionam a participação nos resultados da companhia através do recebimento de dividendos. A autoridade maior é a Assembléia dos Acionistas. Os dividendos das ONs são 10% menores dos que os pagos às ações do tipo PN.

Ações preferenciais (PNs):
Não têm direito a voto, mas detêm prioridade na participação dos resultados da empresa. Na distribuição de dividendos os proprietários de ações preferenciais recebem o percentual fixo primeiro que os acionistas detentores de ordinárias.

                                                       Valores das ações

 

Contábil: valor lançado no estatuto e nos livros da companhia
Patrimonial: valor global do patrimônio líquido do exercício dividido pelo número de ações
Intrínseco: valor apurado na análise fundamentalista
De liquidação: valor estimado para o encerramento das atividades da companhia
De subscrição: Preço da emissão fixado em subscrições para aumento de capital
De mercado: valor de cotação em mercados organizados, como bolsas de valores.

ADRS - American Depositary Receipts

Como funciona

American Depositary Receipts (ADRs), são certificados de ações, emitidos por bancos americanos, com lastro em papéis de empresas brasileiras. A mesma empresa pode participar de diferentes tipos de programas, dependendo do nível de exigência das informações que ela envia à Securities Exchange Comission (SEC), a CVM americana. O nível mais sofisticado é o 3, o único em que a empresa pode  lançar novas ações e captar recursos. Nos níveis 1 e 2 - e no 144 não há aumento do volume de emissão de ações.

Quem pode negociar

Só pode comprar e vender ADRs os investidores que têm conta no exterior (pessoa física ou jurídica). A abertura da conta é lícita, desde que seja declarada e respeite as regras de tributação. O envio de dinheiro para o exterior só pode ser feito através das instituições financeiras credenciadas a operar câmbio e, se montante ultrapassar US$ 10 mil, o Banco central deverá ser informado.

Arbitragem

É chamada de operação de arbitragem aquela na qual o investidor percebe distorções entre o preço de um mesmo ativo em dois ambientes de negociação distintos e se beneficia disso. Por exemplo: se o preço das ações de uma empresa (depois de aplicado o fator de conversão para a ADR e depois para dólar) é de US$ 20 no Bovespa e de US$ 21 nos Estados Unidos, há uma oportunidade de comprar aqui , efetuar a conversão e vender lá no mesmo momento, embolsando a diferença. Para isso, é preciso que o papel tenha uma boa liquidez, para que o negócio se concretize no tempo correto, o que é crucial para este tipo de operação.

Conversão

As conversões são feitas pelo banco custodiante. O comprador daqui comunica ao banco que deseja efetuar a conversão e vender imediatamente o papel lá. Nos EUA, o Bank of New York é o principal custodiante de ADRs e, no Brasil, o Banco Itaú detém a maior parte das custódias
 
Bolsas de Valores

São associações civis sem fins lucrativos. Os patrimônios das bolsas são representados por títulos que pertencem às sociedades corretoras membros. Nas bolsas são a realizadas as transações com ações e opções. A outra função é a fiscalização de todas as instituições cadastradas, exigindo o cumprimento do regulamento, aplicando as penalidades. Além disso, são utilizadas como instrumentos de fomento do mercado. Hoje, a única bolsa brasileira que negocia ações é a Bovespa.
                                                        After-Market

É o Pregão Eletrônico da Bovespa, de 2 ª a 6ª feria, no horário das 18:00 h às 22:00h.
 
                                                         Clearings

São entidades de Prestação de Serviços de Liquidação e Custódia. Empresas que gerenciam sistemas e garantias para a liquidação das operações realizadas em bolsa e para a custódia - guarda e administração dos valores mobiliários negociados em bolsa.

                                                             Megabolsa


É Pregão Eletrônico da Bovespa. O funcionamento é de 2ª a 6ª feira das 10:00 h às 17:00 h.

                                            Modalidades Operacionais

 

À vista:Compra e venda de ações executadas a um preço estabelecido durante o pregão.
À termo: Compra e venda de ações, em sessão de pregão, ou através de sistemas eletrônicos de negociação, a um preço fixado, para entrega numa data definida, entre 30 e 180 dias. A operação é fechada em pontos, que se constitui na compra e venda de certa quantidade de ações a um preço preestabelecido para liquidação.
Opções:Negocia direitos de comprar ou vender certa quantidade de ações até uma determinada data.
 
                                                        Pregão

É o intervalo de tempo para que as sociedades corretoras executem as ofertas de compra e venda de ações. Onde é realizado todo o processo operacional, com os fluxos de oferta e procura do mercado de ações.
                                                       Viva-voz

É o pregão que ocorre dentro do ambiente da Bovespa com representantes das corretoras que apregoam suas ofertas, especificando o nome da empresa, o tipo da ação e a quantidade e preço de compra ou de venda. Nem todos os papéis são apregoados no viva-voz.
 
Bonificações
As bonificações correspondem à distribuição de novas ações para os atuais acionistas. Também pode ocorrer a distribuição em dinheiro.
 
Bônus de subscrição
São títulos nominativos, negociáveis, que conferem ao seu proprietário o direito de subscrever ações do capital social da companhia emissora, nas condições previamente definidas.

Companhias Abertas
A companhia torna-se aberta quando promove a colocação de valores mobiliários em bolsas de valores ou no mercado de balcão. Valores mobiliários podem ser ações, bônus de subscrição, debêntures, partes beneficiárias e notas promissórias para distribuição pública. As operações de abertura de capital precisam ter autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que fiscaliza o mercado de capitais brasileiro que registra e autoriza a emissão dos valores mobiliários para distribuição pública.
 
Clube de Investimento

É uma aplicação financeira criada por um grupo de pessoas para investir dinheiro em ações. O clube pode ser criado por pessoas que têm objetivos em comum, como professores, metalúrgicos, donas-de-casa, médicos, aposentados, entre outros.
 
 
Administração

Para criar o Clube de Investimento é preciso de um administrador (distribuidora de títulos, banco ou uma Corretora Membro da Bovespa) que irá cuidar de todos os documentos e dos registros legais. Cada clube segue um conjunto de normas e leis. A corretora também será responsável pela escolha das ações que compõem a carteira.

O rendimento das aplicações do Clube de Investimento será informado pelo representante do grupo, indicado pelos próprios participantes e pelo administrador.
 
Assembléia Geral
 
Os participantes têm direito de opinar sobre qualquer mudança no estatuto do Clube de Investimento, através da Assembléia Geral Ordinária (AGO).As decisões são realizadas por meio de votação e os resultados são apresentados aos participantes na forma de um documento. A AGO também serve para a apresentação anual do balanço de como estão as aplicações do clube. Pode ser realizada uma vez por mês ou em convocações extras.
 
Composição da carteira
 

Os critérios para escolha dos papéis que vão compor a carteira de investimentos são determinados pelo administrador. O perfil do investimento, ou seja, mais agressivo ou conservador, depende das pessoas que fazem parte do clube. O clube deve ter no mínimo 51% do seu dinheiro aplicado em ações. Os 49% restantes poderão ser investidos em outros ativos, como títulos de renda fixa.
 
Cotas

 


O clube pode determinar o número mínimo de cotas a serem compradas por cada membro. Cada uma representa a divisão do valor do dinheiro do clube pelo número total de cotas. E todos os participantes têm direito de comprar novas cotas.
 
Estatuto Social
 

O estatuto vai estabelecer o prazo mínimo para deixar o dinheiro aplicado no Clube de Investimento e as regras para a entrada de um novo participante. Além disso, deve conter as condições para o encerramento do clube e o que se deve fazer no caso de morte ou invalidez dos participantes.O documento também determina a taxa de administração e a porcentagem, mensal ou anual, cobrada de cada um dos participantes para cobrir as despesas do Clube de Investimento. As cotas são mantidas em depósito, pelo Clube de Investimento, em nome dos seus compradores, o que é feito pelo administrador.

Operações
 
O Clube de Investimento pode comprar títulos e ações negociados na Bolsa de Valores. Já as operações mais complexas e do mercado futuro são limitadas.
 

Taxa de administração
 

A taxa é mensal e definida conforme o tamanho do clube, da tarefa do administrador e das despesas gerais, como folhetos, correspondências, documentos, relatórios, que são necessários para manter o cotista bem informado.



Debêntures

São títulos nominativos, negociáveis, representativos de dívida de médio/longo prazos contraída pela companhia junto ao credor, neste caso chamado debenturista.


Derivativos
São títulos que derivam seu valor de um ativo-objeto. Os derivativos permitem a montagem de estratégias de investimentos flexíveis, como alavancagem de posições, limitação de prejuízos e arbitragem de taxas de juros. Os mercados de futuros e opções são exemplos


Dividendos
Os dividendos correspondem à parcela de lucro líquido distribuída aos acionistas, na proporção da quantidade de ações detida, ao fim de cada exercício social. A companhia deve distribuir, no mínimo, 25% de seu lucro líquido ajustado. Se apresentar prejuízo ou estiver atravessando dificuldades financeiras, a companhia não será obrigada a distribuir dividendos. No entanto, caso a situação perdure, as preferenciais adquirirem direito de voto, até que se restabeleça a distribuição de dividendos.

Mercados

Primário:
Lançamento de novas ações no mercado, com aporte de recursos à companhia. Todas as operações de emissão de ações precisam ser autorizadas pela CVM, sendo também obrigatória a presença do intermediário financeiro.

Secundário:
Depois do lançamento inicial ao mercado, as ações passam a ser negociadas nos mercados de balcão, organizados ou não, e bolsas de valores.

 

Mercado de opções

É o mercado em que são negociados direitos de compra ou venda de um lote de ações, com preços e prazos de exercício pré-determinados. O investidor pode ou não exercer o direito da opção, dependendo de como for a evolução do preço do ativo.

 

Características:


Volatilidade


A oscilação de preço é uma das principais características das opções. Os papéis chegam a variar mais de 50% em apenas um dia devido ao baixo valor.

Liquidez


O mercado de opções é sempre constituído por opções de ações de alta liquidez no mercado, no entanto, nem todas as opções da mesma série ou papel têm uma alta liquidez.

Dia de exercício

Data limite para os titulares exercerem seu direto. Este dia ocorre nas terceiras segundas-feiras dos meses pares.

Tipos de Exercício

Estilo americano de exercício


As opções têm validade até uma data predeterminada, e podem ser exercidas no período compreendido entre seu lançamento e seu vencimento.

Estilo europeu


O titular só pode exercer o direito na data de vencimento
 

Quem atua

Lançador


É o investidor que vende a opção e assume os compromissos de comprar ou vender determinada quantidade da ação a um preço fixado ou até o vencimento da opção ou em data determinada, mediante o recebimento de um prêmio. O lançador de venda assume a obrigação de vender as ações-objeto a que se refere a opção, após o recebimento de uma notificação de que a posição foi exercida. O titular pode, a qualquer tempo, negociar seu direito de venda em mercado, por meio de uma operação de natureza oposta.

Titular


É o investidor que compra a opção e adquire os direitos tanto de comprar como de vender ações referentes a esta opção. O titular pode, a qualquer tempo, negociar seu direito de compra em mercado, por meio de uma operação de natureza oposta.

Lançador X Titular

O lançador de uma opção tem uma posição bem mais arriscada. O prejuízo potencial referente a uma posição vendida em opção de compra ou posição vendida em opção de venda é ilimitado quando o preço do ativo-objeto se movimenta em direção contrária às expectativas, aumentando para uma opção de compra ou diminuindo para uma opção de venda.

No caso do titular de uma opção o prejuízo máximo é limitado. A situação pode mudar quando a posição é combinada, processo conhecido como lançamento de opção "coberta". Nesse caso, a posição vendida em uma opção de compra com uma posição comprada no ativo-objeto, ou posição vendida em uma opção de venda com uma posição vendida no ativo-objeto.

O lançador de uma opção de compra acredita que o preço das ações no mercado à vista irá cair a um nível abaixo do preço de exercício, assim o titular não irá exercer a opção e o lançador ganhará o valor do prêmio.

 

Prêmio
 
O lançador de uma opção recebe um prêmio para assumir a obrigação de vender (opção de compra) ou comprar (opção de venda) se exercido pelo titular. Como qualquer compromisso financeiro, ele deve honrar essa obrigação se designado para tal. O prêmio é o preço da opção, é negociado entre o comprador e o vendedor no momento da operação em mercado e pago no momento da aquisição da opção. Reflete fatores como condições de oferta e demanda, prazo de vigência da opção, diferença entre o preço de exercício e o preço à vista da ação-objeto, volatilidade, dentre outros.

Riscos

Aplicar em opções é muito arriscado. O investidor pode perder todo capital aplicado e deve estar ciente disso. Um dos lados pode tentar cancelar a operação ou não ser capaz de honrá-la financeiramente. Por isso, o lançador de uma opção deve ter capacidade financeira para cobrir eventuais prejuízos bastante altos e dispor de garantias suficientes para atender às exigências de margem. Se as condições de mercado não forem favoráveis à estratégia de investimento, o titular corre o risco de perder todo o investimento em um período de tempo relativamente curto. A opção é ativo esgotável que perde o valor no vencimento. Isto significa que o comprador de uma opção que não a venda no mercado secundário nem a exerça antes do vencimento perderá todo o investimento
.
 
Tipos de Operações

Arbitragem


É a operação que tem por objetivo tirar proveito de variações na diferença de preço entre dois ativos ou entre dois mercados, ou de possíveis mudanças nessas diferenças. É menos arriscado que a especulação, já que as posições ficam travadas em dois segmentos de mercado.

Especulação


É derivada da participação dos investidores dispostos a assumir o risco com expectativa de ganho. As opções permitem que o investidor alavanque a posição. Desta forma é possível aumentar o retorno potencial sobre um investimento sem ampliar o montante do capital investido, já que o valor aplicado na compra de uma opção é relativamente pequeno em comparação com o ganho.

Hedge


O mercado de opções foi criado para oferecer um mecanismo de proteção ao mercado de ações contra possíveis perdas. Definido como proteção, o hedge é a tomada de posição em mercados futuros oposta à posição no mercado à vista. O objetivo é minimizar os riscos de perdas financeiras caso haja mudança nas expectativas do investidor. Pode ser utilizado também quando o investidor assume posições no futuro para monitorar e fixar o preço de um ativo desde o presente. Como os preços e retornos dos ativos financeiros estão sofrem flutuações imprevisíveis, as opções podem ser usadas para adaptar o risco às expectativas e metas do investidor. Os participantes do mercado que usam opções para limitar os riscos de oscilação de preços são conhecidos como "hedgers".
 
Índices de Inflação
 

INPC
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor

Índice de freqüência mensal divulgado pelo IBGE. É calculado nas mesmas regiões que o IPCA, mas abrange famílias com rendimento entre 1 e 8 salários mínimos

IPCA
Índice de Preços ao Consumidor Amplo.

É divulgado mensalmente pelo IBGE. Calculado nas regiões metropolitanas de Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Belém, Fortaleza, salvador, Goiânia e no Distrito Federal. Abrange famílias com rendimento entre 1 e 40 salários mínimos. Daí vem seu nome: Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, pois considera rendimentos superiores ao INPC. Tanto esse índice quanto o IPCA são subsidiados pela Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que fornece a estrutura de ponderação das populações-alvo; pela Pesquisa dos Locais de Compra (PLC), que fornece os informantes da pesquisa e pela Pesquisa de especificação de Produtos e Serviços considerados. O IPCA é o índice que o Banco central usa para estabelecer as metas de inflação.

IPCA-15
Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15.

De divulgação mensal, usa a mesma metodologia que o IPCA, mas com data de coleta no dia 15 de cada mês.

IPCA-E
Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - Especial

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - Especial coleta de dados de variação de preços entre os dias 16 do mês anterior ao mês de referência. É divulgado trimestralmente e é calculado pela média ponderada das variações dos preços pesquisados.

IGP-DI
Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna.

De divulgação mensal e calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). É o índice para o atacado. Coletado entre os dias 1º e 30 de cada mês, em todo o país, em áreas metropolitanas e no interior. É formado pelo IPA-DI (60% do índice), pelo IPC-DI (30%) e pelo INCC- índice nacional da construção civil (10% do índice), todos calculados pela FGV.

IGP-M
Índice Geral de Preços ao Mercado.

A diferença entre o IGP-M e o IGP-DI é a data de coleta. O IGP-M, também calculado pela FGV, é coletado entre os dias 21 do mês "A" e 20 do mês "B". Foi criado com a finalidade de servir como indexador de preços na época de inflação inercial descontrolada (entre a década de 80 e início da década de 90). Essa é a razão para a diferença da data de coleta. O mercado precisava de um índice que fosse divulgado no fim do mês para possibilitar os reajustes de preços.

IGP-10
Índice Geral de Preços 10.

Calculado pela FGV e de divulgação mensal. A diferença entre o IGP-DI e o IGP-10 é que este mede a variação dos preços até o dia 10 de cada mês, enquanto aquele mede a variação dos preços entre os dias 1º e 30 do mês. Todos os IGPs são preços aos produtores e aos consumidores.

IPC
Índice de Preços ao Consumidor – São Paulo

É divulgado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Calcula a variação de preços em São Paulo para as famílias com faixa de renda entre 1 e 20 salários mínimos. Considera a variação das quatro últimas semanas em relação as quatro semanas anteriores. É dividido nas seguintes categorias: alimentação, transporte, despesas pessoais, vestuário e educação.

Taxa Selic
 

Selic é a sigla para Sistema Especial de Liquidação e Custódia, criado em 1979 pelo Banco Central e pela Associação Nacional das Instituições do Mercado Aberto (Andima). O Selic é um sistema eletrônico que permite a atualização diária das posições das instituições financeira. Seu surgimento da taxa visou tornar mais transparente e segura a negociação de títulos públicos.

A taxa de juros, Selic, é a média de remuneração dos títulos federais negociados com os bancos, é usada em operações entre bancos e influencia os juros de toda a economia.




Fontes:
Texto baseado nos dados da Bovespa e no livro Mercado de Capitais de Francisco Cavalcante Filho e Jorge Yoshio Misumi, 1998.
Global Invest
Fundação Getúlio Vargas